Pegando pesado na academia

Dicas para evitar lesões

Sofrer uma lesão e ter que ficar afastado dos treinos é um pesadelo para quem está acostumado a ir para a academia todos os dias.

Colocar os músculos sob alta tensão com o levantamento de pesos, movimentos aeróbicos e treinos muito intensos, pode fazer com que alguns vasos sanguíneos se rompam, causando hematomas. Além disso, se você pratica esportes que exigem muita força ou exercícios extremos, você pode estar exposto a pancadas e possíveis lesões.

Para que você se saia bem nos treinos e volte pra casa sem nenhuma lesão, veja algumas dicas que podem te ajudar a fugir dos machucados na academia:

1. Faça um check-up

Antes de iniciar qualquer atividade física, faça uma visitinha no seu médico. Realize exames gerais para saber se você está apto para realizar os exercícios sem correr nenhum risco de se machucar.

2. Se aqueça direito antes de iniciar os exercícios

Chegar na academia e já iniciar o treino não vai trazer seu objetivo mais cedo, assim como fará muito mal ao seu corpo. Por isso, se dedique ao aquecimento e não tenha pressa. Antes de tudo, faça uma série de alongamentos para estimular as articulações, incentivar o movimento e aquecer o corpo.

3. Atente-se à recuperação dos músculos

Depois de tanto esforço, os músculos, articulações e tendões precisam de um tempo para se recuperar.

Se você puxar muito ferro em um dia e repetir a dose no outro, o corpo fica sobrecarregado e as chances de sofrer alguma lesão é maior.

Procure intercalar os treinos. Se hoje foi dia de levantar pesos, amanhã você pode treinar as pernas e fazer um treino aeróbico com esteira, bicicleta.

4. Siga as orientações do treinador

O treinador está lá para te ajudar, então nada de criar seu próprio treino ou chegar na academia e fazer qualquer coisa. Logo que começar a frequentar a academia, o treinador irá preparar um treino específico para você.

E se por acaso você tiver dificuldade em realizar algum exercício ou mexer em alguma máquina, peça ajuda antes de se machucar.

5. Tenha cuidado ao utilizar e manusear os equipamentos

Quando se está na academia, você fica rodeado por pesinhos, barras e muitos outros equipamentos que podem machucá-lo se não houver cuidado.

Procure manter a atenção enquanto se exercita e também a sua volta para que não ocorra nenhum acidente.

6. Saiba a hora de parar

Não entre na pilha de ficar forte, magro, saudável etc de uma vez, esquecendo os seus limites.

A musculação e os exercícios devem ser feitos com calma e sempre com a quantidade de peso que você pode aguentar. Até porque o peso não vale de nada se o movimento for mal executado, então procure se atentar a boa postura e concentração.

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Referência:

Bula do Hirudoid®.

Mercola, J. Razões pelas quais os hematomas estão aparecendo facilmente. Disponível em: < https://portuguese.mercola.com/sites/articles/archive/2017/08/08/hematomas-aparecendo-facilmente.aspx >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Mundo Boa Forma. 7 dicas para evitar lesões mais comuns na academia. Disponível em: < http://www.mundoboaforma.com.br/7-dicas-para-evitar-lesoes-mais-comuns-na-academia/ >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Ativo Saúde. 10 dicas para não sofrer lesões na academia. Disponível em: < https://www.ativosaude.com/fitness/10-dicas-para-nao-sofrer-lesoes-na-academia/ >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Seu filho se machucou feio?

Respire fundo, é preciso ser forte.

Se você tem filhos, sabe que as quedas, tropeções, empurrões e pancadas entre crianças são muito frequentes. Seja em casa ou na escola, os pequenos passam a maior parte do tempo correndo pra lá e pra cá, pulando, brincando e caindo dos jeitos mais bobos possíveis. E nessas horas é bem comum que a criança acabe se machucando.

Esses traumas costumam assustar, principalmente quando há sangramentos ou fraturas expostas.

Segundo o Dr. Marcelo Reibscheid (CRM–SP nº: 91275), especialista em pediatria e neonatologia no Hospital e Maternidade São Luiz, o ideal é manter a calma para que a criança se sinta segura e permita que as providências sejam tomadas. Demonstrar que está ali, dando carinho e apoio são elementos imprescindíveis na hora do sufoco.

Quando ocorrer algum acidente grave, leve a criança imediatamente para o hospital. Se precisar chamar a ambulância, veja abaixo os caminhos que pode seguir enquanto aguarda o resgate:

  1. Respire fundo

Ficar tranquilo e se manter centrado nessas horas depende de você, portanto respire fundo! Os batimentos acelerados e a respiração ofegante são a resposta imediata do corpo quando enfrentamos qualquer tipo de estresse. Respirar fundo e manter a mente vazia ajuda a manter o corpo calmo.

Inspire, respire e logo em seguida, pode agir.

2. Mantenha sua voz calma

Imagine a situação: seu filho acabou de se machucar feio, provavelmente está chorando e gritando por ajuda. Em seguida, você aparece, se desespera e grita de volta. Não tornaria a situação mais difícil?

Uma das maneiras mais fáceis de acalmar os nervos é diminuir a voz e falar com calma. Mostrará que a criança não está sozinha e vai ficar tudo bem.

3. Procure pensar de maneira racional

“Ai minha nossa, meu filho está em apuros! O que eu faço?”

A melhor resposta é: seja racional, não emocional. Por mais que pareça impossível. Em alguns casos, o desespero faz com que não pensemos direito e podemos até prejudicar na intenção de ajudar.

Após o acidente, faça os primeiros socorros e leve a criança ao médico. Se ocorrer alguma fratura ou deslocamento, não tente enfaixar ou colocar o membro no lugar por conta própria. Vá direto para o hospital.

É muito difícil manter a calma quando vemos nossos pequenos machucados, mas esses momentos pedem para que nossas emoções fiquem de lado.

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Referência:

Bula do Hirudoid®.

Bueno, M. Como tratar machucados das crianças. Disponível em: < https://www.vix.com/pt/bdm/bebe/3-a-6-anos/materia/como-tratar-machucados-das-criancas >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Guia do bebê. Tratando machucados em crianças. Disponível em: < http://guiadobebe.uol.com.br/tratando-machucados-em-criancas/ >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Fletcher, L. Psicólogos explicam como se manter calmo durante um conflito. Disponível em: < https://osegredo.com.br/psicologos-explicam-como-se-manter-calmo-durante-um-conflito/ >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Baitello, A. 5 dicas para manter a calma em momentos de desespero. Disponível em: < http://clinicadahipnose.com.br/5-dicas-para-manter-a-calma-em-momentos-de-desespero/ >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Púrpura: saiba mais sobre essas manchas

Quais os tipos e como ela surge?

Quando batemos alguma parte do nosso corpo, vários vasos sanguíneos são danificados, podendo resultar em um hematoma. Eles são consequência de uma hemorragia que atinge o tecido da pele. A mancha roxa pode permanecer no local por algumas semanas e mudar de cor com o passar do tempo.

É necessário consultar o médico em caso de hematomas que não demonstram nenhuma recuperação e, principalmente, se surgem sem qualquer contusão, como a chamada “Púrpura”.

A púrpura é uma doença autoimune que se define pelo vazamento de sangue, devido a ruptura de capilares, e por um distúrbio das plaquetas, células ligadas ao processo de coagulação do sangue.

O nome da enfermidade é uma referência a pequenas manchinhas que surgem na pele ou mucosas sem pancadas. Mesmo que pareça óbvio quando falamos seu nome, já que nos remete a cor roxa, essa doença pode ser um tanto complexa.

A Púrpura afeta aproximadamente uma em cada 10 mil pessoas, aparecendo mais em mulheres no período fértil e também idosos devido ao envelhecimento da pele.

Recém-nascidos podem apresentar a doença devido à falta de proteínas, provocando a formação de coágulos nos vasos, dificultando a passagem de sangue pelo corpo.

De acordo com o hematologista do Hospital das Clínicas de Belo Horizonte, Dr. João Paulo de Oliveira Guimarães (CRM–MG nº: 20240), os sintomas se apresentam como hematomas, pequenas manchas roxas e vermelhas espalhadas pelo corpo, além de possíveis sangramentos espontâneos na gengiva, narinas, urina e fezes.

A Púrpura também pode ser nomeada como:

Esse tipo é mais comum em crianças abaixo de 10 anos.
Ocorre o surgimento de pequenas manchas vermelhas, principalmente na região das pernas e glúteos, podendo causar desconforto nas articulações ou abdômen.

Nesse caso, ocorre a diminuição do número de plaquetas no sangue, podendo causar grandes manchas roxas na pele e possíveis sangramentos pelas narinas.

É um tipo raro da doença e acontece com mais frequência entre pessoas de 20 a 40 anos.

Se não for tratada rapidamente, pode se tornar grave, provocando perda de plaquetas, alterações neurológicas e anemia.

Esteja atento ao surgimento de pequenas manchas na pele sem quaisquer motivos. Nesse caso, procure um médico.

Referência:

Mercola. Razões pelas quais os hematomas estão aparecendo facilmente. Disponível em: < https://portuguese.mercola.com/sites/articles/archive/2017/08/08/hematomas-aparecendo-facilmente.aspx >. Acesso em: Março/2018.

Sponchiato, D. Uma doença chamada púrpura. Disponível em: < https://saude.abril.com.br/medicina/uma-doenca-chamada-purpura/ >. Acesso em: Março/2018.

Varella, D. Púrpura Trombocitopênica Imunológica. Disponível em: < https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/purpura-trombocitopenica-idiopatica/ >. Acesso em: Março/2018.

Pereira, M. Púrpura autoimune: uma doença silenciosa, pouco conhecida e que pode levar à morte. Disponível em: < https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2015/02/24/noticias-saude,188057/purpura-autoimune-uma-doenca-silenciosa-pouco-conhecida-e-que-pode-l.shtml >. Acesso em: Março/2018.

AbcMed. Púrpura: o que é? Quais as causas? E os sintomas? Como é feito o diagnosetico? E o tratamento? Existe prevenção?. Disponível em: < http://www.abc.med.br/p/pele-saudavel/379449/purpura+o+que+e+quais+as+causas+e+os+sintomas+como+e+feito+o+diagnostico+e+o+tratamento+existe+prevencao.htm >. Acesso em: Março/2018.

Frazão, A. Principais tipos de púrpura e como tratar. Disponível em: < https://www.tuasaude.com/purpura/ >. Acesso em: Março/2018.

Santana, L. et. al. Trombocitopenia autoimune em crianças: revisão das recomendações do último consenso. Disponível em: < http://www.sprs.com.br/sprs2013/bancoimg/140324183300bcped_13_03_03.pdf >. Acesso em: Março/2018.

Hematoma é tudo igual?

Tipos de hematomas

Em uma batida mais forte, vasos sanguíneos podem ser danificados. Enquanto isso, os fatores de coagulação, como as plaquetas, trabalham para estancar as pequenas hemorragias dentro do corpo.

Normalmente esses roxos não significam nada grave e somem conforme o tempo passa. Você deve procurar um médico quando o hematoma não demonstrar nenhuma recuperação ou surgir sem pancadas, podendo caracterizar uma doença na coagulação do sangue.

Em casos como esse, existe uma área médica específica, a hematologia. Ela se dedica totalmente ao estudo da fisiologia e patologia do sangue, da medula e dos gânglios linfáticos.

Mas será que hematoma é tudo igual?

Para começo de conversa, essas manchas que aparecem no corpo após as lesões também podem ser classificadas como equimoses.

Por enquanto, sabemos que o hematoma aparece devido a ruptura de vasos mais volumosos, acumulando sangue fora dos vasos sanguíneos, deixando a pele com uma coloração roxa. Mas e equimose?

Visualmente os dois são iguais, mas existe diferença na definição entre eles. A equimose ocorre quando o sangue extravasado se infiltra nas malhas dos tecidos, devido à ruptura de capilares, vasos sanguíneos de pequeno calibre. Enquanto o hematoma forma “bolsas”, devido ao sangue acumulado em uma área.

A equimose pode aparecer por meio de pancadas ou espontaneamente quando a pessoa apresenta problemas nos capilares. E podem receber nomes diferentes, conforme seu tamanho ou característica:

Devemos sempre ficar atentos a qualquer mancha suspeita que surge em nossos corpos e procurar um médico quando tivermos dúvidas.

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Referência:

Bula do Hirudoid®.

G1. Entenda quando um hematoma pode significar algo mais grave. Disponível em: < http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/08/entenda-quando-um-hematoma-pode-significar-algo-mais-grave.html >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Cria Saúde. Hematomas. Disponível em: < https://www.criasaude.com.br/N4107/doencas/hematomas.html >. Acesso em: Fevereiro/2018.

AbcMed. Equimoses: quem nunca teve manchas roxas na pele? Por que elas aparecem?. Disponível em: < http://www.abc.med.br/p/pele-saudavel/297375/equimoses+quem+nunca+teve+manchas+roxas+na+pele+por+que+elas+aparecem.htm >. Acesso em: Fevereiro/2018.

DireitoNet. Objeto de estudo da Traumatologia. Disponível em: < https://www.direitonet.com.br/resumos/exibir/79/Lesoes >. Acesso em: Fevereiro/2018.

Primeiros socorros em acidentes domésticos

Não passe sufoco na hora do desespero.

Não somos capazes de prever todos os acidentes, mas isso não significa que não podemos evitar a maioria deles. Se adotarmos práticas, como guardar medicamentos, material de limpeza e utensílios domésticos fora do alcance das crianças ou apostar em móveis livres de pontas e nos atentarmos às escadas, a porcentagem de acidentes serão reduzida.
Todo cuidado é fundamental pois, segundo dados do Ministério da Saúde do Brasil de 2012, 3.142 mortes e mais de 75 mil hospitalizações ocorreram em crianças na faixa etária de zero a nove anos devido a acidentes, caracterizando assim um grave problema de saúde pública.
De acordo com o livro “Mapeamento da Ação Finalístico Evitando Acidentes na Primeira Infância, do Plano Nacional da Primeira Infância (PNPI, 2014), entre os bebês que ainda não completaram o primeiro aniversário até os 9 anos, a porcentagem de acidentes é representada por acidentes de trânsito (33%), afogamento (23%), sufocação (23%), queimaduras (7%), quedas (6%) e outros (6%).
Se você tem filho pequeno em casa, leia as dicas a seguir e saiba como agir em situações de perigo:

– Queimaduras
Verifique a gravidade da situação e jamais use qualquer receita caseira para tratar uma queimadura. Se forem causadas por líquidos quentes ou produtos químicos, o correto é deixar o ferimento sob água corrente até que a área queimada seja resfriada. Se a queimadura for grave, envolva a região afetada em um pano limpo e molhado com água fria e leve seu filho ao hospital.
No caso dos bebês, a maioria das queimaduras acontece durante o banho. Para assegurar que a temperatura da água estão boa, coloque primeiro uma quantidade fria e vá temperando com outra quente, testando a temperatura com a mão ao movê-la em toda a banheira.
A queimadura também pode acontecer pela ingestão de lí­quidos muito quentes. O leite pode ser dado à criança em temperatura ambiente, nem quente nem frio. Mas, se preferir esquentá-lo um pouco, pingue no antebraço ou dorso da mão para saber se não há risco de queimaduras para a boca e garganta do bebê.

– Quedas e cortes
Crianças são propensas a cair da cama, da cadeira ou do topo do escorregador, que normalmente possuem altura maior que 1,5m. Caso isso aconteça, mesmo não apresentando sintomas aparentes como ossos quebrados e fraturas expostas, vão para o hospital. Independente se ele tenha caído em solos que “amortecem” a queda como grama, areia ou piso emborrachado.
Se for um bebê, leve-o com urgência.
Em casos de cortes, quando pequenos, lave o local com água e sabão para higienizar a área. Se sangrar, comprima o local com um pano limpo e seco. Em casos de ferimentos graves, siga direto para o hospital.

– Choques elétricos
Antes de interromper o contato da criança com os fios/ tomada, desligue a chave geral do local. Lembre-se de manter a calma e não tocar na criança até que a corrente elétrica seja desligada. Se encostar enquanto a descarga estiver sendo transmitida, também levará choque e não poderá ajudar.
Se não houver a possibilidade de desligar a energia, remova o fio com um cabo de vassoura, tapete de borracha ou qualquer outro objeto isolante.
Logo após, leve seu filho ao hospital para analisar possíveis queimaduras e danos internos. Qualquer choque elétrico, por mais simples que possa parecer, aí potencialmente grave, podendo gerar parada respiratória, fibrilação ventricular e parada cardíaca.

– Asfixia, engasgo e sufocaçãoo
Em geral, o objeto será expelido naturalmente pela tosse. Caso isso não aconteça, posicione-se atrás da criança, de joelhos. Mantenha uma das mãos fechada sobre a chamada “boca do estómago” e com a outra mão, comprima a primeira para dentro e para cima, como se quisesse levantar a vítima do chão.
No caso de bebê, posicione-o de bruços em cima de seu braço e efetue cinco compressões no meio das costas. Vire-o de barriga para cima em seu braço e efetue cinco compressões sobre o meio do peito, na altura dos mamilos. Tentar visualizar o corpo estranho e retirá-lo delicadamente. Se não conseguir, repetir as compressões até a chegada a um serviço de emergência.
Se a criança ou o bebê estiverem inconscientes, procure socorro médico imediato.
Intoxicações e envenenamentos
O principal motivo para manter produtos de limpeza e remédios longe das crianças aí pela grande chance de envenenamento.
Se ingerida a substância, não ofereça água, leite ou qualquer outro líquido. Transporte a criança imediatamente até o hospital em posição lateral, a fim de evitar a aspiração de vómito.
Se atingir a pele, lave abundantemente o local afetado com água corrente. Leve a criança ao hospital para uma avaliação médica.
Por fim, se a criança inalar qualquer substância tôxica, leve-a diretamente para o hospital.

– Veículos
Automóveis podem ser inimigos quando se tem um filho, então a melhor maneira de protegê-lo é usar cadeiras apropriadas para o transporte e garantir que ele se encontre preso corretamente.
Existem tipos especí­ficos de assento para cada idade e devem ser instalados no banco traseiro do veículo. Até pelo menos 1 ano de idade, o bebê viaja de costas, pois, a posição protege a cabeça e a coluna vertebral, o que impede que a criança seja lançada para fora do carro.
De acordo com dados levantados pela ONG Criança Segura, se corretamente instaladas, as cadeirinhas de carro podem evitar cerca de 70% dos acidentes.

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Referências:
Bula do Hirudoid®.

Rede Nacional Primeira Infância – Projeto observatório da primeira infância. Evitando acidentes na primeira infância. São Paulo, 2014. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências – Portaria MS/GM n.º 737 de 16/5/01. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Brasil. Ministério da Saúde. Manual de vigilância do âmbito infantil e fetal e do comitê de prevenção do âmbito infantil e fetal. abr. 2009. 80 p. Livrotab, graf.(A. Normas e Manuais Técnicos). Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Macagnan, M. Acidentes domésticos com crianças. Disponí­vel em: . Acesso em: Janeiro/2018

Verdélio, A. Medidas preventiva podem evitar 90% dos acidentes com crianças. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Portal Brasil. Acidentes domésticos ainda são principal causa de morte de crianças até 9 anos. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Criança Segura Brasil. Como prevenir acidentes de trânsito. Disponí­vel em: . Acesso em: Janeiro/2018

Criança Segura Brasil. Veja qual é o tipo de cadeira de segurança mais adequado ao peso e idade da criança. Disponí­vel em: < http://criancasegura.org.br/wp-content/uploads/2016/11/cartaz.pdf >. Acesso em: Janeiro/2018

Criança Segura Brasil. Como prevenir envenenamento e intoxicação. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Criança Segura Brasil. Como prevenir quedas. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Criança Segura Brasil. Como prevenir sufocação e engasgamento. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Sociedade Brasileira de Queimaduras. Primeiros socorros e cuidados. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

BabyCenter Brasil. Queimadura em crianças: o que fazer. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

BabyCenter Brasil. Saiba tudo sobre as cadeirinhas de carro. Disponível em: < https://brasil.babycenter.com/a1500828/saiba-tudo-sobre-as-cadeirinhas-de-carro >. Acesso em: Janeiro/2018

Tenente, L. Queimaduras: bebês de 1 ano têm 10 vezes mais risco de sofrer esse acidente. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Paulis, M. O que fazer quando a criança cai e bate a cabeça?. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

Monteiro, L. Como agir em acidentes domésticos com crianças. Disponível em: < https://bebe.abril.com.br/saude/primeiros-socorros-como-agir-em-acidentes-domesticos-com-criancas/ >. Acesso em: Janeiro/2018

Carpegiani, F. O que fazer se a criança se cortar. Disponível em: < http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Saude/noticia/2013/07/o-que-fazer-se-o-seu-filho-se-cortar.html >. Acesso em: Janeiro/2018

Hospital Santa Lúcia. Engasgo. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018.

UNESP. Riscos da eletricidade. Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018.

VIVID – Saúde e Vaidade. Queimaduras elétricas, o que fazer?.  Disponível em: . Acesso em: Janeiro/2018

A torção ficou roxa e está doendo?

Conheça alguns dos sintomas de uma torção.

A entorse, também conhecida como torção, é definida como uma lesão ligamentar, muitas vezes dolorosa, podendo ocorrer a distensão ou rompimento de ligamentos, acometendo toda a circunferência da articulação.

Os ligamentos são responsáveis por conectar os ossos nas articulações e quando lesionados podem interferir na estabilidade e sustentação daquela região. Essa situação faz com que a pele fique quente e avermelhada, com possibilidade da aparição de hematomas logo após.

A maioria das torções são localizadas nos tornozelos. As entorses laterais, as mais comuns, podem ser divididas em três graus: leve, moderada e grave. A diferença é o nível de intensidade nas estruturas lesionadas. No primeiro grau, ocorre o estiramento leve do ligamento, causando pequenas lesões. No segundo grau, a lesão rompe algumas partes do ligamento e no terceiro grau ocorre o rompimento completo.

Alguns dos sintomas da torção podem ser dor, inchaço e hematoma. Podem afetar os dois lados da articulação, dependendo das estruturas acometidas. Esses são os sintomas iniciais.

O tratamento envolve repouso, gelo, compressão e elevação do membro. Você pode aplicar um pano úmido com gelo por cerca de 30 minutos a cada hora, aumentando o intervalo para 3h nos dias posteriores. Mantenha o pé elevado e, consulte um especialista para avaliar a gravidade da torção e o tratamento mais indicado. É importante que não tente imobilizar a região sozinho.

Já quando a lesão é mais grave, pode haver dificuldade para caminhar ou até mesmo para apoiar o pé no chão. Procure um médico para avaliar cada caso, somente ele poderá determinar se há necessidade de imobilizar a região por tempo variável. Se a lesão for de terceiro grau, provavelmente será necessária a intervenção cirúrgica para reconstrução do ligamento afetado.

Com um tratamento adequado e fisioterapia, na maioria das vezes a recuperação é um sucesso. O que importa é o retorno do movimento normal.

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Referência:
Bula do Hirudoid®.
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Entorse de tornozelo. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.55 no.5. São Paulo, 2009. Disponível em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Ministério da Saúde. Torção de tornozelo. Disponí­vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/185torcao_tornozelo.html Acesso em: Fevereiro/2018.

Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte. Lesões. Disponível em: http://www.sbrate.com.br/?lesoes&pagina=4&dado_id=73 Acesso em: Fevereiro/2018.

Renstrom AFH, Lynch SA. Lesões ligamentares do tornozelo. Rev Bras Med Esporte, 1999, 5(1):13-23. Disponível em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Tostes, M. O que é entorse do tornozelo?. Disponí­vel em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

 

Futevôlei: belos lances na areia fofa

É a maior onda!

Nos anos 60, época da ditadura militar, jogar futebol nas praias do Rio de Janeiro era proibido pela polícia. Com isso, um grupo de amigos resolveu praticar o esporte utilizando traves fixadas nas areias cariocas.

Riscavam com os pés os limites da quadra, de forma que se transformasse em um grande retângulo, onde os jogadores só podiam tocar a bola com os pés ou com a cabeça. Tirando essa quadra improvisada e as redes, uma das únicas semelhanças com o vôlei que estamos acostumados a ver, é que a bola não podia tocar no chão dentro da área demarcada. Assim nasceu o futevôlei.

Anos depois, na década de 90, surgiram as primeiras associações e federações estaduais, dando início à  organização do esporte. Foi constituía a Confederação Brasileira de Futevôlei (CBFv) e foram realizados os primeiros campeonatos oficiais da modalidade.

A prática de futevôlei favorece o fortalecimento da musculatura das pernas, tornozelos e articulações. Além de melhorar o condicionamento fí­sico.

Por ser praticado nas praias, o solo irregular pode aumentar o risco de tendinite, torção e dores articulares. O ideal é que a areia seja livre de pedras, conchas ou qualquer outro objeto que possa representar risco de cortes ou ferimentos aos jogadores.

Mas com todo esse movimento, ás vezes, é inevitável ocorrer uma torção por conta do impacto do corpo com o chão. Alguns dos sintomas da torção podem ser dor, inchaço e hematoma.

O tratamento envolve repouso, gelo, compressão e elevação do membro. Aplicando um pano úmido com gelo por cerca de 30 minutos a cada hora, aumentando o intervalo para 3h nos dias posteriores. É importante que não tente imobilizar a região sozinho.

Em casos mais graves, pode ocorrer até a ruptura de um ligamento. São faixas do tecido que conectam os ossos à  articulação, tendo a principal função de restringir o movimento. Procure um médico para avaliar a gravidade do seu caso.

Com um tratamento adequado, a recuperação é um sucesso e será possível voltar a jogar futevôlei novamente. No entanto, é fundamental ter cautela no retorno do movimento. Pode haver uma condição de instabilidade, dor ou rigidez, causando recaí­das caso ocorra outro impacto.

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Referência:
Bula do Hirudoid®.

Confederação Brasileira de Futevôlei – CBFv. História do futevôlei. Disponí­vel em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

CulturaMix. História e regras do futevôlei: um esporte tipicamente brasileiro. Disponí­vel em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Hospital Daher. Como correr na praia sem risco de dores e lesões?. Disponí­vel em: . Acesso em: Fevereiro/2018.
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Entorse de tornozelo. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.55 no.5. São Paulo, 2009. Disponí­vel em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Ministério da Saúde. Torção de tornozelo. Disponí­vel em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Tchoukball: o esporte da paz

Você sabe o que é?

O tchoukball é um esporte coletivo desenvolvido nos anos 60 pelo médico Dr. Hermann Brandt e trazido ao Brasil há 30 anos. Seu objetivo principal é ser um esporte que traz paz, respeito e parceria entre as equipes. Além de agregar valores pessoais para quem pratica.

No seu trabalho, o médico suíço começou a reparar na grande quantidade de atletas que se machucavam durante as partidas. Isso porque muitos esportes coletivos modernos provocam forte impacto e exigem um grande preparo para sua prática. E em alguns casos, também há agressividade entre times pelo contato físico.

Com isso, Brandt se dedicou a desenvolver um esporte que, ao mesmo tempo, respeitasse os esforços físicos e tivesse o propósito de desenvolver valores. Criou-se, então, o tchoukball.

Ele envolve dois times de sete jogadores e pode ser praticado em diferentes superfícies: quadra, grama, areia, piscina. Sua bola é esférica, parecida com a de handebol e há dois quadros, semelhantes a trampolins, inclinados a 55° em cada lado da quadra fazendo o papel do gol, sem necessidade de um goleiro, o que já evita alguns impactos.

O principal objetivo da equipe é arremessar a bola com as mãos em qualquer um desses quadros para que ela atinja o chão fora da área marcada que fica próxima ao “gol”. É preciso mira e fazer um bom arremesso para conseguir isso. Se a equipe adversária conseguir pegá-la, o jogo continua e o papel dos dois times se alterna. Não há um lado para cada equipe, portanto o campo de jogo é compartilhado por todos.

Para arremessar a bola, é permitido até três passes entre cada jogador. E conforme o time avança, o outro não pode roubar a bola ou atrapalhar o adversário de nenhum jeito. Qualquer ato de perturbação ou bloqueio de jogo é proibido.

No livro do Dr. Brandt de 1967, intitulado “Da educação física ao esporte, pela biologia”, são descritas as bases científicas do tchoukball. O médico ganhou o prêmio Thullin pelo trabalho original sobre teorias da educação física, com os pilares físico, educacional e social.

O tchoukball amplia as habilidades físicas como destreza de arremesso e recepção (sem bloqueio direto do adversário), desenvolve habilidades psicológicas como a tomada de decisão e a responsabilidade individual, as habilidades sociais, já que nenhum jogador pode marcar um ponto sem que passe a bola e o respeito ao adversário que é regra do jogo, e por fim as habilidades táticas que envolvem planejamento e compromisso de todo o time.

O esporte tem se espalhado pelo mundo e é aplicado em escolas com objetivo educativo.

Você não imaginava que existia um esporte coletivo assim? Mesmo que prefira um esporte competitivo, não é nada mal saber ou tentar um que seja tão divertido de praticar e que ensine tantas coisas ao time. Experimente!

Mas ainda que não tenha contato entre os atletas, alguns arremessos são aéreos e um tombo não é incomum, podendo causar roxos.

Hirudoid® reduz os hematomas¹, a inflamação¹, e alivia a dor¹ dos hematomas.

Referências:

SportRegras. Tudo sobre tchouckball. Disponível em: https://sportsregras.com/tchoukball-historia-regras/. Acesso em: Janeiro/2018.

Associação Brasileira de Tchoukball. Tchoukball: Como se Joga? Disponível em: http://www.tchoukball.esp.br/page.php?tipo=13. Acesso em: Janeiro de 2018.

Associação Brasileira de Tchoukball. A história do Tchoukball. Disponível em: http://www.tchoukball.esp.br/page.php?tipo=11. Acesso em: Janeiro/2018.

Associação Brasileira de Tchoukball. Princípios e metas. Disponível em: http://www.tchoukball.esp.br/page.php?tipo=4. Acesso em: Janeiro de 2018.

Dermatite ocre: atenção para o cuidado com as varizes

Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), 38% da população geral brasileira sofre de varizes, sendo 2,3 vezes mais propensas em mulheres do que em homens.

Isso acontece por um conjunto de fatores como, por exemplo, hormônios, uso prolongado de anticoncepcionais, gravidez, idade avançada, ficar na mesma posição por muito tempo, entre outros. Esses fatores interferem na circulação sanguínea e podem contribuir para o surgimento de varizes.

Mas isso não significa que esse problema faz parte apenas do mundo feminino. Em média, um em cada cinco homens apresenta varizes, principalmente após os 30 anos.

A dermatite ocre é o escurecimento da pele na região das varizes quando não são tratadas corretamente. Conforme a pressão nas veias aumenta, os vasos menores são atingidos, levando a múltiplas micro-hemorragias sob a pele. Quando rompidos, algumas hemoglobinas dos glóbulos vermelhos podem chegar à camada mais profunda da pele, liberando ferro em excesso.

Pessoas acometidas por varizes devem ficar atentas a outras questões de saúde, como a obesidade, sedentarismo e doenças que limitam o movimento dos membros.

Permanecer na mesma posição por horas, manter uma má alimentação e falta de atividade física prejudicam a circulação do sangue, que é essencial para o bom funcionamento do corpo.

Estima-se que 1/3 da população de países industrializados e desenvolvidos apresenta obesidade grave que requer tratamento para evitar o desenvolvimento de complicações como hipertensão arterial (HA), diabetes mellitus (DM), stress respiratório e doenças venosas com úlceras de membros inferiores.

Optar por atividades físicas de acordo com o seu interesse e capacidade, como caminhar, andar de bicicleta, nadar, dançar ou jogar bola é muito importante.

Para o diagnóstico e tratamento adequados ao seu caso, procure um médico.

Hirudoid® diminui a sensação de peso nas pernas causada pelo inchaço¹ e alivia a dor das varizes¹.

Referências:

  1. Bula do Hirudoid®

CorpusClin. Dermatite Ocre. Disponível em: http://www.corpusclin.com.br/dermatite-ocre. Acesso em: Janeiro/2018.

Dr. Raphael Tobias. Dermatite Ocre. Disponível em: http://www.raphaeltobias.com.br/dermatite-ocre.asp. Acesso em: Janeiro/2018.

Os Lusíadas. Os homens também têm varizes nas pernas. Disponível em: https://rotasaude.lusiadas.pt/os-homens-tambem-tem-varizes-nas-pernas/. Acesso em: Janeiro de 2018.

Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular. Varizes: muito além da estética, uma questão de saúde! Disponível em: http://www.sbacvrj.com.br/semanavascularIX/semana.html. Acesso em: Janeiro de 2018.

Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular. Estimativas SBACV. Disponível em: http://www.sbacv.com.br/imprensa/estimativas/. Acesso em: Janeiro de 2018.

J. vasc. bras. Prevalência de insuficiência venosa superficial dos membros inferiores em pacientes obesos e não obesos. Vol.10 no.2 Porto Alegre, 2011. Disponível em: http://bit.ly/2B8uVAZ. Acesso em: Janeiro de 2018.

“Chupão”: Como surge?

Como cuidar das marcas de amor

Nos momentos a dois, algumas pessoas não percebem as marcas que podem ganhar na hora de um beijo mais caloroso. O “chupão” é uma delas. Parecido com um hematoma, essa mancha roxa é resultado de uma sucção ou de uma mordida mais forte.

Mas por que o “chupão” aparece?

Uma sucção ou uma mordida mais forte podem estourar os micro-vasos sanguíneos que irrigam a pele da região. Dependendo da cor da pele e da pressão exercida, a marca pode permanecer visível.

Em casos raríssimos, pode haver a formação de coágulos e se tornar um problema mais sério. Portanto, se notar que a região encontra-se inchada e permanece com dor fortíssima, procure um médico.

Mas, calma! A grande maioria é uma marca de amor sem grandes consequências. Pelo menos no campo da saúde, já que nem sempre você quer exibi-la.

A má notícia é que não há um jeito mágico de fazer com que o “chupão” suma. A boa notícia é que existem maneiras de tratar o hematoma e também a dor provocada.

E você também pode evitar que ele piore. Veja algumas dicas:

1. Em casos de “chupões” acima do coração, procure elevar a cabeça com travesseiros quando for se deitar. Isso evitará que o sangue se acumule na região, ajudando que a cor não fique tão intensa.

2. Imediatamente após o trauma, procure manter a região o mais fria possível. O resfriamento local tem o propósito de diminuir a inflamação local.

3. Como qualquer outro machucado, a área afetada deverá repousar para cicatrizar corretamente, então nada de sol! Ao serem expostos aos raios solares, os hematomas podem demorar mais tempo para sumir ou virarem manchas permanentes.

Lembre-se de procurar seu médico, caso a região não apresente recuperação.

Hirudoid® reduz os hematomas, diminuindo a inflamação e aliviando a dor.

Confira outras dicas de como remover o “chupão” da pele: https://www.hirudoid.com.br/hematomas/como-remover-chup-o-no-pesco-o/

Referência:

1. Bula do Hirudoid®.

2. http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sangramento-na-pele

3. http://diariodebiologia.com/2016/12/aprenda-a-remover-chupao-no-pescoco/

4. https://www.vix.com/pt/bdm/saude/tem-um-chupao-no-meu-pescoco-e-agora-como-faco-para-sumir-com-ele

5. http://www.jornalciencia.com/como-tirar-um-chupao-do-pescoco/

6. http://www.minhavida.com.br/saude/materias/20262-hematoma-como-fazer-para-cuidar-e-eliminar-as-manchas-roxas