Stiletto: equilíbrio e elegância

Dançando em cima do salto alto

A autoestima, para a psicologia, refere-se ao valor que damos a nós mesmos. É quando enaltecemos nossas qualidades e potencialidades, e mesmo com as limitações, nos consideramos competentes em lidar com as dificuldades, alcançando o sucesso.

Doutor em Psicologia e um especialista em autoestima, Nathaniel Branden afirma que mantê-la elevada é sentir-se adequado à vida, competente e merecedor. Dando força para a criatividade, ambição, amor próprio e saúde.

Atualmente, algo que vêm caindo no gosto de muitas mulheres, por fortalecer sua saúde física e emocional, é o estilo de dança Stiletto.

Uma dança sensual e atraente que mistura estilos de música como o Jazz, Hip-Hop e Pop com salto alto.

A professora do Broadway Dance em Nova Iorque, Dana Foglia, deu vida a essa dança quando viu a necessidade de seus bailarinos aprenderem algo muito além de apenas andar com salto alto. Ela queria que eles dançassem e se equilibrassem no calçado ao reproduzirem coreografias. Assim, o estilo foi adotado pelas “divas do pop”, como Beyoncé, passando a ser copiado e admirado por todo o mundo.

Entre as principais funções da dança, destaca-se o crescimento e fortalecimento da autoestima da mulher. Além de proporcionar o autoconhecimento sobre suas limitações e gostos pessoais. A dança também sugere a sensualidade, além de postura e equilíbrio. Tudo realizado com muita elegância e salto alto.

Mas não pense que esse estilo recebe apenas mulheres ousadas e com a autoestima formada. Ela também abre espaço para aquelas que são mais tímidas. A Stiletto ajuda na desenvoltura, já que é necessário soltar o corpo ao som da música, promovendo o amor próprio.

Antes de passar a frequentar as aulas, é necessário fazer uma consulta com seu médico para saber se você está apto para a prática da dança. Também é indicado que aqueles que possuem problemas nos quadris, coluna, joelho ou ciático tenham acompanhamento.

A prática do estilo de dança Stiletto pode causar torções, dores e hematomas.

Leia mais em: https://www.hirudoid.com.br/cuidados-pessoais/torcao-ficou-roxa-e-esta-doendo/

Referência:

1. Bula do Hirudoid®.

http://www.casadadanca.com.br/curso-danca-stiletto-dance/

https://www.vix.com/pt/bdm/corpo/stiletto-dance-aula-de-danca-com-salto-alto

https://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/pesquisa-avalia-o-impacto-do-stiletto-dance-na-autoestima.ghtml

www.agenciaprefixo.com/2016/06/24/danca-no-salto-conheca-detalhes-sobre-o-stiletto-dance/

www.nucleo.org.br/sobre-autoestima/

 

A torção ficou roxa e está doendo?

Conheça alguns dos sintomas de uma torção.

A entorse, também conhecida como torção, é definida como uma lesão ligamentar, muitas vezes dolorosa, podendo ocorrer a distensão ou rompimento de ligamentos, acometendo toda a circunferência da articulação.

Os ligamentos são responsáveis por conectar os ossos nas articulações e quando lesionados podem interferir na estabilidade e sustentação daquela região. Essa situação faz com que a pele fique quente e avermelhada, com possibilidade da aparição de hematomas logo após.

A maioria das torções são localizadas nos tornozelos. As entorses laterais, as mais comuns, podem ser divididas em três graus: leve, moderada e grave. A diferença é o nível de intensidade nas estruturas lesionadas. No primeiro grau, ocorre o estiramento leve do ligamento, causando pequenas lesões. No segundo grau, a lesão rompe algumas partes do ligamento e no terceiro grau ocorre o rompimento completo.

Alguns dos sintomas da torção podem ser dor, inchaço e hematoma. Podem afetar os dois lados da articulação, dependendo das estruturas acometidas. Esses são os sintomas iniciais.

O tratamento envolve repouso, gelo, compressão e elevação do membro. Você pode aplicar um pano úmido com gelo por cerca de 30 minutos a cada hora, aumentando o intervalo para 3h nos dias posteriores. Mantenha o pé elevado e, consulte um especialista para avaliar a gravidade da torção e o tratamento mais indicado. É importante que não tente imobilizar a região sozinho.

Já quando a lesão é mais grave, pode haver dificuldade para caminhar ou até mesmo para apoiar o pé no chão. Procure um médico para avaliar cada caso, somente ele poderá determinar se há necessidade de imobilizar a região por tempo variável. Se a lesão for de terceiro grau, provavelmente será necessária a intervenção cirúrgica para reconstrução do ligamento afetado.

Com um tratamento adequado e fisioterapia, na maioria das vezes a recuperação é um sucesso. O que importa é o retorno do movimento normal.

Hirudoid® reduz os hematomas, diminuindo a inflamação e aliviando a dor.

Referência:
Bula do Hirudoid®.
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Entorse de tornozelo. Rev. Assoc. Med. Bras. vol.55 no.5. São Paulo, 2009. Disponível em: . Acesso em: Fevereiro/2018.

Ministério da Saúde. Torção de tornozelo. Disponí­vel em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/185torcao_tornozelo.html Acesso em: Fevereiro/2018.

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Tostes, M. O que é entorse do tornozelo?. Disponí­vel em: . Acesso em: Fevereiro/2018.